Quem é que não gosta de viajar? Descobrir novos lugares é muito bom,
mas seu passeio pode ficar ainda melhor se você contar com a ajuda do
smartphone para organizar o roteiro, tirar dúvidas com os habitantes
locais e facilitar a comunicação.
Como um viciado em ter meu
passaporte carimbado, apresento a seguir seis dicas úteis para você
melhorar sua viagem com um pouquinho de tecnologia.
1. Organizando os voos
Além de permitir que você encontre rotas para onde precisa viajar, o FlightTrack
organiza de maneira prática todos os voos que você precisa tomar. É
quase mágico: após comprar as passagens, basta encaminhar seu e-ticket
para um endereço de email pré-determinado e todas as informações
aparecerão automaticamente no aplicativo.
Também é legal o fato do aplicativo substituir aquele painel do
aeroporto com as informações de voos: caso o portão seja alterado de
última hora (e a possibilidade de isso acontecer com você é bem grande),
você receberá uma notificação sobre a mudança. Ele também possui os
mapas dos terminais de diversos aeroportos no mundo, o que pode
facilitar na hora daquela conexão com horários apertados.
O aplicativo está disponível para Android e iOS. Ao menos na plataforma da Apple, é possível obtê-lo sem pagar nada a partir do aplicativo da Expedia, serviço de reservas de passagens aéreas e hotéis.
2. Encontrando locais e definindo um roteiro
Esqueça aquela rede social de check-ins de antigamente: o Foursquare
é o seu melhor amigo na hora de montar o roteiro da viagem. Além de
sugerir lugares novos com base nas suas preferências, o aplicativo
possui um recurso de listas — e eu recomendo bastante que você utilize-o
para organizar seu passeio.
Além de auxiliar na organização, ele deve economizar tempo: com um
toque, todas os locais salvos são exibidos em um mapa, permitindo que
você explore vários locais de uma mesma região. Também é possível
compartilhar sua lista com amigo. Se você usar o Swarm, os check-ins
irão marcar automaticamente lugares daquela lista como visitados.
Não tem desculpa para não usar o app: tem para iOS, Android, Windows Phone e até interface web.
3. Como se virar com o idioma esquisito
Talvez o item mais importante desse guia, o Google Tradutor
deve auxiliar bastante os que estiverem viajando para outro país e não
dominarem o idioma local. Você pode salvar os dicionários para usá-los
offline, e o aplicativo também possui modo de conversação,
reconhecimento de imagens e até mesmo um recurso de desenho, útil numa
viagem para algum país oriental.
São mais de 90 idiomas suportados e a precisão é muito boa, embora
falhe no contexto algumas vezes. O aplicativo é gratuito e está
disponível para Android e iOS. Usuários de Windows Phone podem acessar o serviço pelo navegador ou baixar o Translator, da Microsoft.
4. Comprar um chip local
Roaming
internacional é uma realidade muito cara para muitos de nós, e a melhor
alternativa para se manter conectado no exterior é adquirir o chip de
alguma operadora local. Este índice do Mobile World Live
mostra as operadoras do padrão GSM no mundo inteiro e, a partir daí,
basta procurar o site das companhias e escolher o melhor plano que
atender melhor as suas necessidades.
Chegando ao destino, basta procurar a loja da operadora e solicitar
uma linha pré-paga. Normalmente, ligações para o Brasil são bem caras,
mas o acesso à internet por 3G ou 4G não costuma causar grandes estragos
na sua carteira — ou seja, você pode usar o WhatsApp ou Skype para
fazer chamadas de voz quando precisar. A wiki Prepaid With Data é um canivete suíço para obter informações sobre os planos de dados das principais operadoras do mundo.
5. Qual a senha do Wi-Fi?
Ok,
talvez você opte por não gastar dinheiro com chip porque não vê
necessidade em usar a internet em qualquer lugar, mas vale a pena
instalar o Mandic Magic no seu smartphone. Criado por
brasileiros, é uma espécie de rede social para troca de senhas Wi-Fi. É
possível, inclusive, salvar os hotspots da região desejada para
descobrir as senhas quando você estiver totalmente sem internet.
O aplicativo é gratuito e está disponível para Android, iOS e Windows Phone. Aliás, baixe-o mesmo se você não for viajar — existem muitas senhas compartilhadas aqui no Brasil.
6. Bateria externa
Você
vai tirar fotos, traçar rotas no GPS, procurar lugares na internet e
comunicar-se com quem você se importa. Não dá para negar que seu celular
é um excelente companheiro de viagem. Só que nem sempre a bateria dura o
dia inteiro, e é por isso que a bateria externa é um acessório quase
tão importante quanto um protetor solar.
Existem modelos para todos os gostos (e bolsos). Em sites chineses, é
possível encontrar aquelas bem baratinhas, de 10 dólares, mas não
espere confiabilidade nem uma boa autonomia de cargas. À venda no
Brasil, existem dois modelos que recomendo: a Sony CP-F5 (5.000 mAh) e a TP-Link TL-PB10400 (10.400 mAh).
Acho a última mais interessante por conseguir fazer de três a cinco
cargas completas em um smartphone. Se você for viajar para os Estados
Unidos, recomendo fortemente as baterias da Anker,
que vende em diversos modelos, tamanhos e capacidades. Vale a pena
comprar online e pedir a entrega onde você estiver hospedado – foi o que
eu fiz!
Você tem alguma outra dica muito útil? Escreva nos comentários e compartilhe com a gente!
Via: Tecnoblog













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